Este vídeo é uma campanha de prevenção realizada pela Redcastle Productions, que mostra o que pode acontecer a uma criança que fique fechada num carro, nem que seja por 30 minutos.
Praticamente todos os dias ouvimos falar de Stress e dos seus efeitos
negativos na nossa saúde e bem estar. Todos os anos, os médicos prescrevem
milhões de antidepressivos, tranquilizantes e hipnóticos que resolvem apenas
parte do problema.
Mas ao contrário do que se pensa, o stress não merece uma visão tão
negativa, já que sem ele, provavelmente nem nos conseguiríamos levantar ou
realizar as tarefas do nosso dia-a-dia. Todo o bom desportista sabe que na
realidade o stress até pode constituir uma fonte de prazer.
O efeito real e imediato daquilo a que chamamos stress é a activação
de todos os recursos disponíveis, o que se revela indispensável em toda uma
variedade de circunstâncias desde situações de emergência, de avaliação ou
competição. O aumento da ansiedade melhora o desempenho, mas apenas até certo
ponto a partir da qual a relação inicialmente positiva passa a negativa,
decrescendo o desempenho à medida que a ansiedade aumenta.
Assim, é perfeitamente normal (e até importante) algum nível de ansiedade
durante as provas desportivas, a fim de maximizar o desempenho. O problema surge
quando o nível de ansiedade se revela excessivo e logo desadaptativo,
prejudicando os resultados.
Quase todos os acontecimentos são passíveis de provocar stress. Alguns
são perfeitamente óbvios – como o desemprego, divórcio, doenças graves... –
outros, nem por isso – actividades difíceis de conciliar, imprevistos,
frustrações, etc.
Todos sabemos que o exercício físico melhora a saúde: As estimativas indicam
que a boa forma física reduz o risco de morte em 40%. O Exercício físico
proporciona sensações de prazer, autocontrole e, quando praticado regularmente
pode mesmo ajudar a controlar as dependências. Desta forma praticando exercício
físico estamos a apostar na nossa saúde e a contribuir para a prevenção e
redução dos níveis do stress.
A tensão muscular é um dos sintomas mais frequentes do stress. As
postura incorrectas e o estilo de vida geralmente adoptado no dia-a-dia – em que
geralmente a única parte do corpo que exercitamos são os dedos, para escrever ao
computador – em nada colaboram para melhorar esta situação.
Contrariamente ao que a maioria das pessoas considera, a relaxação é muito
mais do que estar deitado num bom sofá a ouvir música clássica, já que o
conceito de relaxamento envolve o afrouxamento da regulação do sistema nervoso.
Devido à íntima relação entre o corpo e a mente, tensão mental implica tensão
muscular e vice-versa, pelo que a relaxação se revela particularmente importante
no combate ao stress.
Infelizmente, e apesar destas inúmeras vantagens a prática de exercício
físico continua a apresentar uma taxa relativamente baixa na nossa sociedade.
Entre as razões para este facto, vamos encontrar a alegada falta de tempo e a
falta de motivação.
Tente encontrar uma actividade desportiva que se revele particularmente
atraente para si – o local de prática e o apoio dos instrutores revela-se aqui
especialmente importante. Se encontrar um local aprazível e puder contar com a
companhia de um amigo vai certamente descobrir algum tempo que na realidade
ainda lhe restava para a prática de desporto e, é sempre bom lembrar, tempo é
dinheiro, mas com a aplicação do seu tempo no desporto está a fazer um
investimento altamente rentável na sua saúde.
Procure a velha máxima da mente sã em corpo são – mens sana in corpore
sano – e verá como conseguirá ter uma vida muito mais saudável e harmoniosa.
Neste
artigo foca-se, sobretudo, a Psicologia Educacional por ser essa a
temática da 35.ª edição da conferência da International School
Psychology Association (ISPA). Qualquer
área da Psicologia (seja Educacional, Clínica, Comunitária ou
Organizacional) tem particular importância nesta altura, em que, devido à
confluência político-económica, o equilíbrio da sociedade e das empresas, assim como o bem-estar das famílias Portuguesas estão a ser tão afectados.
É
com a preocupação de chegar ao maior número de famílias que a Bússola
D'Ideias, através do Núcleo de Bem-Estar, criou pacotes de serviços mais
económicos.
«O presidente da Associação Internacional de
Psicologia Escolar, Jurg Forster, defendeu hoje a importância do papel
dos psicólogos escolares e lembrou que "não há recuperação económica sem
uma boa saúde mental".
"Em tempos de crise económica e de cortes orçamentais, a necessidade dos
serviços de psicologia escolar é questionada por muitos políticos que
ainda não perceberam que não há recuperação económica sem uma boa saúde
mental", frisou o presidente da International School Psychology
Association (ISPA).
Jurg Forster falava no Porto, na cerimónia de abertura da 35.ª edição da
conferência da International School Psychology Association (ISPA),
dedicada ao tema da psicologia escolar e da associação entre a
criatividade e as necessidades das crianças.
O presidente da ISPA salientou como "as crianças são o futuro das nossas
sociedades", pelo que desenvolver a sua criatividade é um fator chave
para a educação". E aí os "psicólogos escolares podem aí ter um papel
importante".
Também o bastonário da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) defendeu
hoje, na conferência, que a psicologia escolar é importante para o
desenvolvimento da criatividade nas crianças que assim se tornarão
adultos com melhores competências.
"Está claro na nossa sociedade que muitas das velhas soluções já não
funcionam. É crucial desenvolver formas criativas de resolver problemas,
permitindo uma maior flexibilidade, recusando modelos únicos, adaptando
a realidades diferentes, encontrando soluções locais e promovendo uma
maior participação dos cidadãos", afirmou Telmo Marinho Batista.
Segundo o bastonário, a estimulação da criatividade em crianças pelos
psicólogos torna-se relevante por permitir uma maior "diversidade na
busca de soluções".
"As competências sociais são da maior importância durante o crescimento e
definição das crianças. As competências comunicacionais, trabalho em
grupo, são algumas das áreas em que a psicologia pode contribuir e são
decisivas na sua participação enquanto cidadão adulto", explicou.
O responsável defendeu que "num mundo de recursos limitados" é preciso
"demonstrar que a intervenção psicológica faz sentido e é a melhor
escolha".»
Uma medida óptima, no seguimento da medida introduzida pelo Ministro da Educação do XI Governo Constitucional de Portugal, o Professor Roberto Carneiro (a distribuição de pacotinhos de leite nas escolas). Porque, afinal, devido à crise económico-financeira, muitas famílias perderam poder de compra e viram-se atiradas para a pobreza e para a fome. E, com fome, ninguém rendimento, muito menos uma criança.
«Programa Escolar de Reforço Alimentar resulta de várias parcerias com entidades públicas e empresas. E chegou a mais de dez mil alunos. Já foram assinados mais protocolos.
Reforço alimentar permitiu melhorar comportamento e resultados dos alunos (fotografia por João Henrique)
Muitas das crianças sinalizadas como precisando que a
escola lhes garantisse o pequeno-almoço melhoraram o seu desempenho a
partir do momento em que a primeira refeição do dia passou a estar
assegurada. De acordo com os dados apresentados nesta quinta-feira, 50%
dos 10.186 alunos abrangidos pelo Programa Escolar de Reforço Alimentar
(PERA) viram o seu aproveitamento melhorar.
Em
37% dos casos não houve alteração em termos de aproveitamento escolar.
Em 13% das situações o desempenho não melhorou, ainda segundo o balanço
feito no Ministério da Educação e Ciência, em Lisboa.
O
impacto no comportamento dos alunos abrangidos pelo reforço alimentar
também foi medido: 42% revelaram melhorias; em 49% dos casos não houve
alteração.
Ainda assim, as taxas de aproveitamento escolar entre
os alunos abrangidos pelo PERA são mais baixas do que a média — 21%
chumbaram. O ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, diz que isto
mostra como as "dificuldades sociais" têm impacto no aproveitamento.
"Mas temos que lutar contra isso", disse, e o PERA ajuda a "trabalhar
nesse sentido". Os últimos dados disponíveis no site do
ministério mostram que em 2009/2010 a média nacional de retenção e
desistência variou entre 7,6%, no ensino básico, e 18,9%, no secundário.
O
projecto PERA foi criado em Setembro, na dependência directa do
secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova
de Almeida, para responder à "excepcionalidade do momento" que, nas
suas palavras, o país atravessava. Havia mais crianças que estavam a ir
para as aulas sem tomar o pequeno-almoço, relatavam as escolas.
Com
uma duração prevista de dois anos lectivos, o objectivo essencial do
PERA é "conciliar a educação alimentar com a necessidade de suprir
carências alimentares detectadas em alunos" de escolas públicas.
Quase 400 escolas abrangidas Neste
que foi o primeiro ano de aplicação, o PERA chegou a 387 agrupamentos e
escolas não agrupadas de todo o país. E abrange actualmente mais de 10
mil crianças e jovens de diferentes níveis de ensino não superior. Mas
"muitos outros já passaram pelo PERA, tendo entretanto as suas famílias
sido sinalizadas para o Instituto da Segurança Social, que as
referenciaram para que pudessem receber apoio de instituições de
solidariedade social e/ou os apoios sociais aos quais têm direito e para
que o pequeno-almoço passasse a ser tomado em casa", segundo o
comunicado do ministério.
"O Ministério da Solidariedade e
Segurança Social apoiou o programa também através da utilização das
cantinas sociais pelos alunos durante os períodos de interrupção da
actividade lectiva."
Na base do PERA estão parcerias várias entre o
Ministério da Educação e empresas de comercialização e produção de
géneros alimentares, bancos alimentares contra a fome e instituições
particulares de solidariedade social. O PERA não tem custos para o
ministério.
Um outro protocolo assinado com a Associação Nacional
de Municípios Portugueses permitiu garantir o transporte dos produtos
para as escolas. E estas últimas, por sua vez, fizeram parcerias com as
redes locais de acção social.
No final da apresentação do balanço,
foram assinados protocolos com dez empresas do ramo alimentar (Jumbo,
Sumol+Compal, Danone, Jerónimo Martins, Lactogal, Nestlé, Sonae, Dia,
Lidl e E.Leclerc), uma empresa de transportes (Luis Simões, SA),
empresas de outros ramos que quiseram apoiar o projecto através do
pagamento de pequenos-almoços servidos nas escolas (Grupo Portucel
Soporcel, Colomer Portugal e BP) e o Lions Club.
Nuno Crato
agradeceu a colaboração dos que têm apoiado com alimentos e vão
continuar, sobretudo numa altura "em que muitas empresas portuguesas não
estão a viver os seus dias mais felizes".»
«A instabilidade
vivida nas escolas, o elevado número de alunos por turma e os próprios
critérios de correção dos exames nacionais são as razões apontadas por
especialistas para o descalabro das notas.
Ou são negativas
ou são positivas baixinhas. As notas dos exames nacionais, seja qual for
o ano ou a disciplina, dão o que pensar (ver a tabela ao lado). As
causas - apontam aqueles que estão no terreno com os alunos - são
pontuais e estruturais.
Jorge Ascenção, da Confederação Nacional
das Associações de Pais (Confap), diz que, para começar, "os critérios
de correção das provas são apertados e que muitas vezes se invalidam
respostas que estão certas por causa de pormenores".
Concretamente,
"houve um exame em que se perguntava o modo e o tempo de um determinado
verbo. Todos os alunos que responderam que estava no presente do
indicativo estavam certos mas viram as suas respostas serem cortadas,
porque deveriam ter escrito que o verbo estava no indicativo e no
presente, ou seja, ao contrário", exemplificou. Para o presidente da
Confap, "isto é ridículo e não serve para avaliar conhecimentos. Não
serve, aliás, para nada".
Adalmiro Fonseca, presidente da
Associação Nacional de Diretores dos Agrupamentos das Escolas Públicas
(ANDAEP), corrobora esta versão e conta que "os professores estão
devastados, porque são obrigados a invalidar respostas certas". Aquele
responsável avisa que "é preciso bom senso".
Falta de estabilidade As
associações avançam ainda com outras razões, como, por exemplo, a falta
de estabilidade vivida nas escolas. Jaime Carvalho e Silva, da
Associação de Professores de Matemática (APM), afirma que, "neste
momento, os professores ainda não têm os manuais de acordo com os novos
programas (para o básico), sendo que não podem preparar as suas aulas".
"Isto
para não falar do facto de haver muitos docentes que a esta altura nem
sequer sabem para onde vão lecionar e que anos vão lecionar". Para Jaime
Carvalho e Silva, "é preciso investir-se na medida do que se exige".
Já
Edviges Antunes, presidente dos Professores de Português (APP),
aproveita a oportunidade para alertar para "o elevado número de alunos
por turma" e esclarecer que "é incomportável para um professor ter 30
alunos numa sala, porque não vai dar a atenção que deveria a cada um". A
líder da APP refere ainda o dilema em que vivem os professores que "ora
cumprem o programa, ora cumprem as metas".
Paulo Guinote, autor
do blogue "A Educação do meu umbigo", recorda também que "todos os anos
há alterações, seja de programas, de metas, ou de aspetos da elaboração
dos exames". Defende o docente que "tudo isto gera instabilidade para os
docentes e para os alunos".»
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