segunda-feira, 1 de julho de 2013

CIÊNCIA HOJE: «Doença de Alzheimer revertida pela primeira vez»

Excelentes Notícias!!!



Doença de Alzheimer revertida pela primeira vez 


Investigadores canadianos usaram técnica de estimulação cerebral profunda

2013-06-28
Foram aplicados pequenos impulsos eléctricos perto do fórnix
 Foram aplicados pequenos impulsos eléctricos perto do fórnix

«A doença de Alzheimer foi revertida pela primeira vez. Uma equipa de investigadores canadianos, da Universidade de Toronto, liderada por Andres Lozano, usou uma técnica de estimulação cerebral profunda, directamente no cérebro de seis pacientes, conseguindo travar a doença há agora já mais de um ano. 
Em dois destes pacientes, a deterioração da área do cérebro associada à memória não só parou de encolher como voltou a crescer. Nos outros quatro, o processo de deterioração parou por completo.
Nos portadores de Alzheimer, a região do hipocampo é uma das primeiras a encolher. O centro de memória funciona nessa área cerebral, convertendo as memórias de curto prazo em memórias de longo prazo. Sendo assim, a degradação do hipocampo revela alguns dos primeiros sintomas da doença, como a perda de memória e a desorientação.
Imagens cerebrais revelam que o lobo temporal, onde está o hipocampo e o cingulado posterior, usam menos glicose do que o normal, sugerindo que estão desligadas e ambas têm um papel importante na memória.
Para tentar reverter esse quadro degenerativo, Lozano e sua equipa recorreram à estimulação cerebral – enviar impulsos eléctricos para o cérebro através de eléctrodos implantados.
O grupo instalou os dispositivos perto do fórnix – um aglomerado de neurónios que enviam sinais para o hipocampo – dos pacientes diagnosticados com Alzheimer há pelo menos um ano. Os investigadores aplicaram pequenos impulsos eléctricos 130 vezes por segundo.
Testes realizados um ano depois mostram que a redução da glicose foi revertida nas seis pessoas. Esta descoberta pode levar a novos caminhos para tratamentos de Alzheimer, uma vez que é a primeira vez que foi revertida.
Os cientistas admitem, no entanto, que a técnica ainda não é conclusiva e que necessita de mais investigação. A equipa vai agora iniciar um novo teste que envolve 50 pessoas.»

PÚBLICO: «Quase um terço dos novos casos de infecção por VIH/sida são diagnosticados no último estádio da doença»

Seria importante, no âmbito da redacção deste tipo de artigos, haver uma consciencialização, por parte dos jornalistas, do facto de a forma como veiculamos a informação influenciar a forma como a maioria do público reage a este tipo de populações. Quiçá, inclusivamente, a redacção deste tipo de artigos passar a ser efectuada em equipa com um profissional da Saúde, como um Psicólogo, por exemplo.

«If it bleads, it leads», tudo bem, é importante vender jornais. Mas, neste tipo de situações, importa ter noção da responsabilidade que se tem ao veicular informações e notícias, e ter noção das consequências das mesmas para, por exemplo, neste caso, as populações homossexual e bissexual portuguesas, que já sofrem suficiente discriminação. 


Se se analisar a tabela da página 24 do Relatório de 2012 (link no fim do comentário), verificar-se-á que a disseminação do HIV nas populações heterossexual e toxicodependente continua a ser superior à disseminação do HIV nas populações homossexual e bissexual. Verifica-se ainda que, ao contrário do que o texto da notícia leva a crer, os casos de disseminação do HIV nas populações homossesual e bissexual quando comparamos os dados referentes a 2005 e 2012.



Este tipo de notícias não deveria servir para espalhar o medo e a discriminação. 

Antes, deveria servir para consciencializar para a necessidade de adoptar comportamentos sexuais mais seguros (o recurso ao preservativo é essencial), para a necessidade de criar formas mais eficazes de espalhar informação de cariz preventivo, e para a necessidade de nos questionarmos porque é que as formas de veicular a informação não estão a surtir o efeito desejado.

Link para o Relatório 2012 do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Insa)
Link para o Relatório 2011 do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Insa)



Quase um terço dos novos casos de infecção por VIH/sida são diagnosticados no último estádio da doença

por Catarina Gomes

«Casos de transmissão heterossexual e entre toxicodependentes estão a descer, ao contrário dos casos entre a população homossexual e bissexual, em que são feitos diagnósticos em idades cada vez mais jovens. 



Quase um terço de novos casos de infecção por VIH/sida em Portugal estão a ser diagnosticados no estádio mais avançado da doença, quando já têm sida, revela o relatório que faz o retrato nacional, que é apresentado nesta sexta-feira em Lisboa. 


Em 2012 foram notificados em Portugal 1551 novos casos de infecção, mas só 776 são de casos diagnosticados no próprio ano. Os restantes foram notificações feitas com atraso e que dizem respeito a detecções de anos anteriores.

Um dos dados considerados mais relevantes é o facto de quase um terço (31,8%) dos infectados terem sido detectados já “no último estádio da doença, o mais avançado”. Isso signfica que são pessoas que já têm pelo menos uma doença associada que é indiciadora de um sistema imunitário deprimido, explicou ao PÚBLICO a coordenadora do relatório, que retrata a situação até ao final do ano passado, Helena Cortes Martins, investigadora do Núcleo de Vigilância Laboratorial de Doenças Infecciosas do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (Insa).

Mas a maioria dos casos notificados encontravam-se assintomáticos à data de diagnóstico (50,4%) e 17,8% foram classificados como portadores sintomáticos mas ainda não com sida.

Nos casos de sida, a tuberculose é a patologia mais frequente, mas tem havido um aumento do número relativo de casos que referem pneumonia.

Contrariamente a outros países europeus, em Portugal não se observou um decréscimo acentuado no número de casos de sida após a introdução, no final dos anos 1990, da terapia anti-retroviral combinada, verificando-se uma estabilização até 2002, ano a partir do qual se iniciou então uma tendência decrescente. Hoje em dia, “os casos de sida continuam, lentamente, a diminuir”, assinala a investigadora.
Helena Cortes Martins refere que a proporção alta, verificada no ano passado, de pessoas que chegam aos serviços de saúde já na fase final da doença “é um sinal de alerta”, uma vez que incluem casos de diagnóstico tardio, o que aponta para a necessidade de aumentar “as políticas de diagnóstico”, mas também casos de pessoas que estão a ser seguidas e medicadas e que, mesmo assim, evoluíram para o estádio sida. A idade média dos diagnóstico de sida é de 37,6 anos.

A investigadora diz que estes dados devem ser o ponto de partida, o importante agora é perceber a sua explicação. No caso dos diagnósticos tardios refere que tendem a ser mais frequentes em heterossexuais, porque têm menos consciência dos riscos que correram e a fazer menos os testes, em contraste com a população bissexual e homossexual, que costuma fazer mais vezes os teste VIH, até porque isso, muitas vezes, condiciona a escolha do parceiro, uma tendência detectada em vários estudos europeus, refere.

Mais jovens homossexuais
Mas os dados deste relatório denotam, ainda assim, que é na população de homens que têm relações sexuais com homens que a infecção por VIH está a aumentar: a transmissão homo/bissexual corresponde a 34,1% dos casos diagnosticados em homens. Uma análise feita no relatório, de 2005 e 2011, atesta uma redução de 79,2% nos casos relacionados com o consumo de drogas e de 21,3% nos casos associados à transmissão heterossexal; já os casos de transmissão homo/bissexual aumentaram 33,1% no mesmo período.


Embora esta costume ser uma população mais informada em relação aos riscos de transmissão, os dados mostram que tem vindo a descer a idade do diagnóstico. “É gente nova com diagnóstico em idades mais jovens. A informação pode não estar a surtir efeito, são muitos infectados e jovens”, alerta.

O relatório sublinha ainda que cerca de um quarto dos novos casos de infecção por VIH são de estrangeiros (28,4%), uma proporção que tem vindo a aumentar, à semelhança do que acontece com outros países europeus, em que a proporção de infectados pode chegar a ser metade do total, ressalva a investigadora. “Portugal está dentro da média europeia.”

Em primeiro lugar nesta lista surgem pessoas originários de países da África subsariana, seguidos de indivíduos da América Latina. Helena Cortes Martins nota que estes dados devem “servir de motor para se investigar o porquê”: há questões culturais que impedem a passagem de mensagens de prevenção? Há eventuais barreiras na chegada das pessoas aos serviços de saúde?, questiona.

No ano passado morreram 139 pessoas por infecção por VIH/sida.»

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Mobbing e Bullying em contexto laboral

O que são Mobbing e Bullying?

Mobbing e Bullying são termos comummente considerados como sendo sinónimos (Namie, 2003, citado por Sperry, 2009).
No entanto podem definir-se do seguinte modo:

Mobbing:
Forma de assédio não-sexual de um trabalhador por parte de um grupo de outros funcionários de uma mesma organização com o intuito de levar esse indivíduo-alvo a abandonar a organização ou departamento da mesma. Pode envolver indivíduos, grupos ou dinâmicas organizacionais, resultando na humilhação, descredibilização, desvalorização do indivíduo-alvo, com consequente perda de reputação profissional e afastamento do indivíduo da empresa seja por término de contrato por parte da empresa, por parte do indivíduo-alvo, ou por baixa médica. O Mobbing apresenta dois níveis de gravidade (moderado ou muito severo), sendo sempre uma experiência traumatizante que implica perdas significantes a nível profissional, financeiro, psicossociais, entre outras (Sperry, 2009).

Bullying:
Forma de comportamento abusivo e prejudicial dirigido a um alvo (ou alvos) ou vítima específico(s) por parte de um (único) elemento agressor. O Bully pode ser um colega ou supervisor. Embora os restantes membros da organização não estejam envolvidos, podem ser testemunhas das agressões. Agressões essas que apresentam carácter semelhante às
de uma situação de Mobbing. Ao contrário do Mobbing, o Bullying apresenta pouco ou nenhum envolvimento organizacional directo, afigurando-se como uma forma menos severa de abuso em contexto laboral (Sperry, 2009).



Formas de Mobbing/Bullying (exemplos) 
Rayner & Hoel (1997):
  • Ameaça ao estatuto profissional (exemplos)
    - Desprezar as opiniões
    - Humilhação profissional pública
    - Acusações infundadas (por exemplo, de falta de esforço, de não ser confiável, etc.)

  • Ameaça à integridade pessoal (exemplos)
    - Insultos
    - Intimidação
    - Desvalorização (por exemplo, em razão de idade)

  • Isolamento (exemplos)
    - Impedir o acesso a oportunidades
    - Isolamento físico ou social (impedir o contacto com outras pessoas dentro e fora da empresa)
    - Omissão de informação

  • Imposição de volume exagerado de trabalho (exemplos)
    - Pressão incomportável
    - Deadlines impossíveis de concretizar
    - Disrupções desnecessárias

  • Desestabilização (exemplos)
    - Falhar a atribuição do crédito devido
    - Atribuição de tarefas sem importância
    - Retirar responsabilidades

    - "Minar" a autoridade   
    - "Atirar em cara" erros passados repetidamente
    - Promover o insucesso de forma propositada



Características do Agressor

  • Brodsky (1976, citado por Rayner & Hoel, 1997): Os bullies buscam o poder ou privilégios de algum nível, sendo que algumas posições hierárquicas permitem facilmente que adoptem este tipo de comportamentos. Os bullies apresentam falta de competências de liderança.
  • Crawford (s/d, citado por Rayner & Hoel, 1997): O bully é alguém que falhou na aquisição de competências para resolução de conflitos de forma eficaz, durante a infância.
  • Einarssen, Raknes, & Matthiessen (1994, citados por Rayner & Hoel, 1997): O bully apresenta falhas ao nível das competências de liderança, como sendo conflituoso e tendo insuficiente controlo sobre o (seu) trabalho.
  • Ashforth (1994, citado por Rayner & Hoel, 1997): O bully apresenta falhas ao nível das competências de liderança.
  • Rayner (1997, citado por Rayner & Hoel, 1997): Os bullies são normalmente identificados como gestores ou gestores sénior dos seus alvos.
  • Judge, LePine, & Rich (2006, citados por Johnson, Silverman, Shyamsunder, Swee, Rodopman, Cho, & Bauer, 2010): Os funcionários com personalidades narcísicas vêem-se como tendo mais e melhores competências de liderança, tendo em melhor conta o seu trabalho e conduta, em comparação com as opiniões dos seus colegas, superiores e subalternos.
  • Edwards (1992, citado por Roscigno, Lopez, & Hodson, 2009); Jacoby (2004, citado por Roscigno, Lopez, & Hodson, 2009): A supervisão pessoal directa continua a ser uma estratégia de controlo interpessoal que deixa os gestores e supervisores com poucas ferramentas motivacionais além da ameaça e o abuso, promovendo o escalamento de ciclos de abuso, enquanto os supervisores/gestores se vão tornando déspotas tácticos.
  • Hegtvedt & Johnson (2000, citado por Roscigno, Lopez, & Hodson, 2009); Edwards, Collinson & Rees (1998, citado por Roscigno, Lopez, & Hodson, 2009): A desorganização constitui uma falha na gestão, impedindo o bom funcionamento da empresa.
  • Glendinning (2001, citado por Roscigno, Lopez, & Hodson, 2009): Na ausência de competência, coerência e organização eficaz, os gestores/supervisores limitam-se a recorrer ao bullying para se certificarem de que o trabalho é realizado.

Consequências para a Vítima

  • Sintomatologia somática
  • Sintomatologia associada ao Stress (Síndroma de Burnout, PTSD)
  • Sintomatologia depressiva, com aumento do risco de suicídio
  • Absentismo
  • Fadiga mental e cansaço físico
  • Alterações dos padrões alimentar e de sono
  • Anedonia 
  • Irritabilidade e tendências agressivas
  • Isolamento 
  • Tendência para a fuga
  • etc.

A Legislação Portuguesa

Código do Trabalho de Portugal
(Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro)

DIVISÃO II
Proibição de assédio
Artigo 29.º (Assédio)
1 — Entende-se por assédio o comportamento indesejado, nomeadamente o baseado em factor de discriminação, praticado aquando do acesso ao emprego ou no próprio emprego, trabalho ou formação profissional, com o objectivo ou o efeito de perturbar ou constranger a pessoa, afectar a sua dignidade, ou de lhe criar um ambiente intimidativo, hostil, degradante, humilhante ou desestabilizador.
2 — Constitui assédio sexual o comportamento indesejado de carácter sexual, sob forma verbal, não verbal ou física, com o objectivo ou o efeito referido no número anterior.
3 — À prática de assédio aplica-se o disposto no artigo anterior.
4 — Constitui contra-ordenação muito grave a violação do disposto neste artigo.


PROJECTO DE LEI N.º 252/VIII
Em discussão no Parlamento.


O que fazer?

Ana Teresa Verdasca, investigadora do SOCIUS (Centro de Investigação em Sociologia Económica da Universidade Técnica de Lisboa) e autora do site Assédio Moral no Local de Trabalho, recomenda num artigo seu que se tomem em consideração os seguintes aspectos: 


  • Verificar a existência de «uma política organizacional vocacionada para gerir situações de assédio moral»;
  • Procurar ajuda, solicitando apoio junto «dos Representantes de Saúde e Segurança Ocupacional, junto da Comissão de trabalhadores, Departamento de Recursos Humanos ou Representante Sindical.»;
  • Manter um «registo dos factos» (quando e onde ocorreu, o que foi dito e/ou feito, como se sentiu, eventuais testemunhas; registos dos factos, tais como emails, cartas, etc.);
  • Abordar o agressor (caso se sinta confortável e seguro o suficiente, aborde o agressor, informe-o de que o tipo de comportamento é desadequado, indesejado e inaceitável, e que não tolerará a sua repetição);
  • Recorrer a «serviços de aconselhamento», por exemplo, o Departamento de Pessoal, a Comissão de trabalhadores, Delegado Sindical ou o Representante de Saúde, Segurança e Higiene no Trabalho, o seu Médico de Famíliae, caso necessário, um Psicólogo;
  • Utilizar «procedimentos formais», apresentando formalmente queixa da situação;
  • Contactar o «Representante de Segurança e Saúde Ocupacional».
 
Referências Bibliográficas

Assembleia da República (2009). Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro, Retirada a 28 de Junho de2013 de http://dre.pt/pdf1sdip/2009/02/03000/0092601029.pdf
 

Johnson, R. E., Silverman, S. B., Shyamsunder, A., Swee, H.-Y., Rodopman, O. B., Cho, E., & Bauer, J. (2010). Acting Superior But Actually Inferior?: Correlates and Consequences of Workplace Arrogance. In Human Performance, 23, 403–427. 

Rayner, C. (1997). The Incidence of Workplace Bullying. In Journal of Community & Applied Social Psychology, 7 (3), 199–208.

Rayner, C., & Hoel, H. (1997). A Summary Review of Literature Relating to Workplace Bullying. In Journal of Community & Applied Social Psychology, 7 (3), 181–191.

Roscigno, V. J.; Lopez, S. H., & Hodson, R. H. (2009). Supervisory Bullying, Status Inequalities and Organizational Context. In Social Forces, 87(3), 1561–1589.

Sperry, L. (2009). Mobbing and Bullying: The Influence of Individual, Work Group, and Organizational Dynamics on Abusive Workplace Behavior. In Consulting Psychology Journal: Practice and Research, 61(3), 190–201.

Verdasca, A. T. (s/d). Como Agir?, Retirada a 28 de Junho de 2013 de http://www.assediomoralonline.com/userfiles/file/COMO%20AGIR.pdf

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Seguros de Saúde: Ordem dos Psicólogos Portugueses - AXA Portugal

Porque não é demais recordar...

Sabiam que a Ordem dos Psicólogos Portugueses e a AXA Portugal estabeleceram um Protocolo que visa a comparticipação de um Seguro de Saúde que inclui as consultas de Psicologia?

OPP assina protocolo com AXA Portugal

Seguro de saúde contempla consultas de psicologia


«A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) e a AXA Portugal, Companhia de Seguros S.A., estabeleceram através da SABSEG S.A. um protocolo que permite que os Clientes AXA passem a ter acesso a consultas de psicologia comparticipadas pelos seus seguros de saúde, desde que contratada a respectiva cobertura.

No âmbito deste protocolo, as pessoas seguradas podem usufruir de consultas de psicologia em pacotes de 12 ou 18 sessões, de acordo com as suas necessidades e sem obrigatoriedade de pré-aviso. Paralelamente, as pessoas seguradas não dependem de outro profissional de saúde para lhes prescrever a consulta, podendo, simplesmente, marcar a consulta directamente com um psicólogo devidamente inscrito na Ordem. De salientar que durante as próximas semanas a OPP irá fornecer mais informações em relação a esta cobertura que, refira-se, ficará disponível durante o mês de Abril de 2013.
Com a assinatura deste protocolo, a Ordem dos Psicólogos Portugueses e a AXA Portugal pretendem contribuir para o bem-estar dos utentes, os quais passam a usufruir de um âmbito mais alargado de cobertura, incluindo agora as consultas de Psicologia.»

PSP: «Concerto de Palmo e Meio»

Gostamos desta iniciativa!

PSP

Concerto de Palmo e Meio

PSP organiza mais um concerto para bebés e crianças nas instalações da Direção Nacional.

No próximo sábado, 29 de Junho, às11h00, a Polícia de Segurança Pública (PSP) realiza na Direção Nacional da PSP mais um Concerto de Palmo e Meio, que tantos bons momentos tem proporcionado a miúdos e graúdos nos últimos meses.

Porque o verão chegou e as temperaturas convidam a ambientes mais frescos, este concerto ocorrerá no Salão Nobre da Direção Nacional pois é tempo celebrar a alegria, a boa disposição e as melodias para as crianças com a «temperatura certa». No entanto, os claustros estarão abertos para que os que pretendam brindar ao sol o possam fazer em pleno.

O concerto contará com algumas surpresas dirigidas à pequenada: o concerto da Banda Sinfónica da PSP, a presença do Falco (a mascote oficial da PSP) e um lanche com o apoio da Sumol/Compal (Um Bongo) e da Padaria Portuguesa.

A entrada é gratuita, mas os lugares são limitados a 50 crianças para que possam ser garantidas condições ótimas para desfrutar deste momento único.

Informações úteis

Data e hora: 29 de junho de 2013, das 11h00 às 11h45. A chegada deverá ser feita por volta 10h30.

O Concerto de Palmo e Meio é gratuito, mas requer inscrição prévia.

Envie um e-mail para protocolo@psp.pt com o assunto Concerto para bebés ou telefone para o número 218 111 087.

É necessário indicar a idade da(s) criança(s) e informar quem são os adultos que a(s) acompanharão.

A PSP disponibiliza alguns lugares de estacionamento.

Local

Direção Nacional da PSP

Largo da Penha de França, nº 1

1170 – 298 Lisboa

Atividades de Verão com a Bússola D'Ideias e a Academia Virtual das Letras

Já se inscreveu nas nossas atividades de Verão?

Ainda há algumas vagas! Aproveite! Ainda vai a tempo!


quarta-feira, 26 de junho de 2013

Compreender o Preconceito

Deixo-vos uma página com um vídeo acerca de uma experiência interessantíssima sobre o preconceito.

Aqui vai o link.

Deixem os vossos comentários sob a forma de mensagem ou, caso prefiram, enviem-nos para nube@bussoladideias.pt.