segunda-feira, 24 de junho de 2013

Sobre a problemática da Fuga de Adolescentes

Participação de Manuel Coutinho no programa Linha da Frente sobre Fuga de Adolescentes 

O Dr. Manuel Coutinho (IAC - Instituto de Apoio à Criança) esteve presente no Programa Linha da Frente (RTP), no dia 20 de Junho de 2013, abordando a problemática da Fuga de Adolescentes.

Poderá ver o programa aqui.

DESAFIO NuBE: Decida que Segunda-Feira vai ter!

A Segunda-feira deve ser o dia da semana menos gostado. Talvez pelo início de mais uma semana de trabalho, após uma visita ao fim-de-semana.

No NuBE acreditamos que os dias são o que fazemos deles: se acreditarmos que vai ser um dia péssimo, estaremos mais predispostos a ver o nosso dia mais negro e a vivenciarmos um dia miserável. Acreditamos que o contrário também sucede. 


Assim, para o nosso desafio de hoje propomos-lhe o seguinte:

Imagine, visualize, diga a si próprio que situações felizes irão povoar esta sua Segunda-feira. 
Acredite que você acordou cheio de energia, com um sorriso brilhante a embelezar o seu rosto. Afinal, não importa o que aconteça, o seu dia vai ser positivo, a maioria (para não dizer todas) das suas vivências serão felizes. 

O tempo está lindo e quente! Vai ser excelente almoçar numa esplanada ou ir caminhar um pouco num parque durante a hora de almoço. Vai ser óptimo, quando sair do trabalho e se encontrar com um/a amigo/a para um café antes de regressar a casa. Ou, quem sabe, dar um saltinho à praia, nem que seja para passear um pouco à beira-mar.


Seja feliz! Sorria muito! Conte-nos o seu dia, por mensagem ou via email:
nube@bussoladideias.pt

Imagens retiradas da internet.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Novas actividades do NuBE!

Estão abertas as inscrições 
para as novas actividades do NuBE!!!




















Inscreva-se já!!!

Para mais informações, contacte:

 
NuBE - Núcleo de Bem-Estar
Bússola D'Ideias - Centro Pedagógico
Rua da Nau Catrineta, Lote 3.06.01.F
Parque das Nações Sul
1990-183 Lisboa
Tlf. 216 007 211
nube@bussoladideias.pt

Atividades de Verão - Escrita Criativa

Estimular o gosto pela leitura e escrita junto dos jovens é o que a Bússola D' Ideias em parceria com a Academia Virtual das Letras se comprometem a transmitir neste verão.

O programa completo tem a duração de duas semanas, para jovens entre os 8 anos e os 17 anos


Inscrições abertas.

PÚBLICO: «Observatório revela dados que provam impacto da crise na saúde»

Observatório revela dados que provam impacto da crise na saúde

In Jornal Público

Por


«O Relatório de Primavera 2013 apresenta alguns indicadores preocupantes sobre os efeitos da crise, como o aumento de tentativas de suicídio e de casos de depressão e dificuldades de acesso a cuidados de saúde.

Casos de depressão e de tentativa de suicídio aumentaram (por Nuno Ferreira Santo)
No relatório do ano passado, os especialistas do Observatório Português do Sistema de Saúde (OPSS) alertavam para um “país em sofrimento”, com indícios de racionamento que estaria a dificultar o acesso dos portugueses a cuidados de saúde. No deste ano, o documento estratégico desmascara as “duas faces da saúde”, confrontando a “versão oficial” com dados e estudos disponíveis sobre a “experiência real das pessoas”. Um dos estudos mostra, por exemplo, que, entre uma amostra de idosos com mais de 65 anos, residentes em Lisboa, cerca de 30% deixaram de utilizar alguns recursos de saúde por não poderem comportar os custos. Outro fala num aumento de 47% de tentativas de suicídio e de 30% dos casos de depressão registado numa unidade local de saúde.
Pela primeira vez, o Relatório da Primavera (que já vai na 14.ª edição) não faz a tradicional análise dos indicadores oficiais sobre o desempenho do SNS, com análises sobre os tempos de espera e outros dados. “Face à contínua lacuna de conhecimento, causa directa da inexistência de uma monitorização por parte do Ministério da Saúde, e perante o nível de análise dos dados dos serviços de saúde (cujos resultados não parecem indicar qualquer efeito da crise na saúde), o OPSS optou por recorrer a outros níveis de evidência”, avisam.

Além de estudos internacionais e outros trabalhos de investigação, os especialistas do OPSS fizeram também uma recolha de dados da sua responsabilidade. Há, por exemplo, os resultados de um questionário realizado em 2013, pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), abrangendo uma amostra de 1252 idosos (com mais de 65 anos) da Área Metropolitana de Lisboa, que revelam que “cerca de 30% responderam que já deixaram de utilizar alguns recursos de saúde por não poderem comportar os custos, sendo que, destes, cerca de 60% referiram a consulta particular, 48% a medicina dentária, 47% referiram a aquisição de óculos e aparelhos auditivos e 25% serviços públicos de saúde de primeira necessidade”.

No capítulo da “Saúde Mental e Suicídio, Evidência Nacional”, constata-se que, “em Portugal, não são conhecidos estudos que avaliem o impacto da crise na saúde mental das pessoas”. Porém, baseados nos registos dos médicos de família de uma unidade de saúde local sobre os casos de depressão e de tentativas de suicídio, os especialistas apresentam alguma evidência sobre a evolução deste indicador. “Na Unidade Local de Saúde do Alto Minho verificou-se, de 2011 para 2012, um acréscimo no diagnóstico de depressão de 30% para os homens e 31% para as mulheres. Já relativamente aos registos de tentativas de suicídio, e no mesmo período, verificou-se um acréscimo de 35% para os homens e 47% para as mulheres”.
O Relatório de Primavera 2013 tem uma capa com três pessoas sentadas na rua, junto a uma parede pintada com muitos pontos de interrogação, e tem um título: Duas Faces da Saúde. A explicação dos autores é simples: de um lado, temos um mundo “oficial, dos poderes, onde, de acordo com a leitura formal, as coisas vão mais ou menos bem, previsivelmente melhorando a curto prazo”. Esse será, segundo o OPSS, uma das actuais faces da saúde em Portugal. Mas há outra. Apresenta-se assim o mundo “da experiência real das pessoas, em que temos empobrecimento, desemprego crescente, diminuição dos factores de coesão social, e também uma considerável descrença em relação ao presente e também ao futuro, com todas as consequências previsíveis sobre a saúde”. Tal como no ano passado, os especialistas do OPSS continuam reféns de um país em crise e das consequências que isso tem ou pode ter na saúde dos portugueses.
O que pretendem oferecer com o Relatório de Primavera é algo que consideram essencial para o futuro do SNS e que, sublinham, o Governo ainda não conseguiu dar a conhecer: um diagnóstico oficial, “a partir do qual seja possível organizar no terreno uma resposta adequada aos efeitos da crise na saúde”.
No diagnóstico, o OPSS constata que os cortes orçamentais são superiores ao exigido pela troika e — tal como em anos anteriores — insiste na crítica sobre a “ausência de estratégia de resposta às consequências da crise na saúde da população”. “Previa-se uma redução da despesa total em saúde de 710 milhões de euros, superior aos 550 milhões necessários para implementar as medidas da troika. Porquê e para quê? Qual o impacto nas instituições e níveis de prestação de cuidados de saúde, nos doentes/cidadãos e nos profissionais?”, questionam.
O documento dá ainda destaque ao aumento das taxas moderadoras, concluindo que os valores referidos no Memorando de Entendimento enquanto fonte de financiamento “não se constituem como tal e o seu aumento poderá ser uma verdadeira barreira de acesso aos cuidados de saúde”. Há ainda capítulos dedicados às áreas dos cuidados de saúde primários e dos cuidados paliativos. Os especialistas defendem que não foi cumprida a intenção de melhorar a rede e investir nos modelos de Unidade de Saúde Familiar e sobre a oferta aquém das necessidades nos cuidados paliativos, apresentam dados: “Existe em Portugal uma equipa de cuidados paliativos domiciliários por cada 750.000 a 1.170.000 habitantes, sendo que as recomendações da EAPC [European Association for Palliative Care] (2009) são de uma equipa por 100.000 habitantes”.
Pontos positivos
Na análise da governação durante o último ano — com registo da diminuição do poder de compra, aumento do desemprego, da recessão, da dívida externa, aumento da depressão, da taxa de tentativa de suicídio, de mortes prematuras e de crimes contra terceiros e património — também há aspectos positivos a realçar. “À luz do programa de ajustamento, foi possível adoptar medidas que contribuíram para influenciar favoravelmente uma gestão mais eficiente dos recursos disponíveis para a área da saúde”, diz o relatório. E nota que, “na política do medicamento, verifica-se que a efectiva baixa de preços que se tem observado contribuiu para uma ligeira diminuição dos encargos dos utentes com medicamentos”. O relatório avalia de forma positiva “o alargamento dos programas de vigilância da saúde e das doenças crónicas, os rastreios oncológicos, e o alargamento e melhoria dos cuidados domiciliários” e ainda a continuidade de produção de Normas de Orientação Clínica. O relatório é apresentado nesta terça-feira na Fundação Gulbenkian numa sessão que vai contar com o ministro Paulo Macedo.»

Click para aceder ao "Relatório Primavera 2013" do OPSS - Observatório Português dos Sistemas de Saúde.


A crise tem, efectivamente (e como não poderia deixar de ser), influência no estado de Saúde dos Portugueses, tanto física como mental. Algo já defendido pela Ordem dos Psicólogos Portugueses, a 22 de Maio de 2013 e a 28 de Maio de 2013.

Não é difícil compreender o porquê.
O ser humano funciona numa pirâmide de necessidades: a Teoria das Necessidades de Maslow



Ou seja, o ser humano necessita, antes de mais, de prover as suas necessidades mais básicas - fisiológicas (por exemplo, dormir, respirar, alimentar-se, etc.) e de segurança (por exemplo, segurança ao nível do emprego, dos recursos, da família, da saúde, etc). Quando estes tipos de necessidades estão mantidos, o ser humano passa a necessitar de se relacionar amorosamente e de promover relacionamentos sociais (amor e relacionamento), a ter necessidades de estima, de realização pessoal (desenvolver actividades criativas, tal como ir a concertos musicais ou outros eventos culturais, por exemplo).

Com a crise económica que tem assolado o nosso país, as necessidades de segurança (e mesmo as fisiológicas) têm vindo a ser fortemente abaladas. Quantas famílias não têm o que comer, não têm qualquer segurança ao nível da manutenção do emprego (claro está, os que não o perderam ainda), estão em vias de não poderem prover as necessidades das suas famílias, se encontram em risco de perderem os tectos e as paredes que os protegem. 

E quantos não entraram em desequilíbrio e não conseguem manter equilibradas as suas necessidades de segurança ao nível da saúde, seja por não terem forma de pagar a medicação e as consultas de que necessitam, seja por terem entrado em situação de desequilíbrio emocional (estados depressivos e situações exacerbadas de stress) em virtude de não verem saídas viáveis da situação de crise económica em que se encontram, de terem perdido a esperança de que a sua situação vá melhorar.

E assim surgem os suicídios e as tentativas de suicídio, associados de forma indelével aos estados depressivos. 

Ter consultas de Psicologia é uma mais-valia, um investimento nos dias de hoje, pois permite limitar estas situações, assim como as consequências da crise na saúde.

E é para isso que existe o NuBE - Núcleo de Bem-Estar!
Cuide da sua Saúde! Fale connosco! Estamos cá para o ajudar!


NuBE - Núcleo de Bem-Estar
Bússola D'Ideias - Centro Pedagógico
Rua da Nau Catrineta, Lote 3.06.01.F
Parque das Nações Sul
1990-183 Lisboa
Tlf. 216 007 211
nube@bussoladideias.pt 

sexta-feira, 8 de março de 2013

Bússola D' Ideias - Atelier

A Bússola D' Ideias está a crescer e acabou de abrir um novo espaço, também no Parque das Nações, perto da Bússola D' Ideias - Centro Pedagógico.
 
Localizado na Rua Gaivotas em Terra Lt. 3.13.01.D., a Bússola D´Ideias - Atelier é um espaço multiusos dedicado às Artes em geral.
 
Neste espaço são já uma realidade as aulas de Pintura, Canto, Dança, Iniciação ao Teatro, Teatro Musical e Zumba.
 
A iniciar brevemente - aulas de guitarra clássica, guitarra elétrica e piano.
 
As atividades destinam-se a todas as idades.
 


Para informações e inscrições contactar Bússola D' Ideias - Centro Pedagógico.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Núcleo de Educação - Preparação para Exames

A Bússola D´Ideias só pensa no seu sucesso!
E para a alcançar esse objetivo, estamos cá nós para apoiar.
 

Preparação para Exames
Abertas inscrições para formação de mini-turmas (max. 6 alunos/turma).